"Tchá por Deus o que que é esse AGORA VÔTE" - expressão de grande surpresa em cuiabanês



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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Apaixonada!


 


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Cemitérios

Nas duas últimas viagens que fiz com o chinês concidentemente visitamos dois dos mais famosos cemitérios do país. Interesse mórbido eu sempre tive, mas foi mais que isso.

O primeiro que visitamos foi o cemitério militar de Arlington, em uma viagem a Washington D.C. Eu sempre quis visitar esse cemitério. Com mais de 400 mil túmulos, estão enterrados em Arlington militares, principalmente que morreram em combate. Desde a Guerra Civil Americana (1861–1865) até as guerras no Afeganistão e Iraque. O número de lápides é impressionante e faz números parecerem mais palpáveis. E se esse choque de realidade não é suficiente para te tocar, adicione o fato de que continuam acontecendo enterros em Arlington a todo momento. Com banda militar, procissão e família. É de uma tristeza tremenda.

Mas talvez o que a maioria das pessoas levam de Arlington não seja tristeza. Mas a sensação de calma e tranquilidade do lugar. Como o presidente John Kennedy um dia disse: "Eu poderia ficar aqui enternamente". Ah, e sim, ele também está enterrado lá.

Memorial da família Kennedy

Troca de guarda na tomba do soldado desconhecido

Do topo do cemitério é possivel ter
uma vista completa da Capital

Os túmulos em Arlington


O segundo cemitérios nós visitamos durante a viagem que fizemos para comemorar o aniversário de 40 anos do chinês. Sim, você leu certo, 40 anos. Voamos para Charleston, SC onde passamos duas noites e depois dirigímos até Savannah, GA onde passamos mais uma noite antes de voarmos de volta a Houston. As duas cidades são pérolas da cultura sulista americana. Em Savannah visitamos o Cemitério Bonaventure. O cemitério em si ficou famoso depois do livro "Meia-noite no Jardim do Bem e do Mal" e do filme de mesmo nome baseado no livro. A foto da capa de ambos era a de uma das estátuas do cemitério. Eu só li o livro depois de ir a Savannah. O que me levou ao cemitério na verdade foram todos os comentários sobre o quão bonito ele é. E eles estavam certos, o cemitérios é lindo. Como no passado o cemitério foi uma fazenda, o que se vê são avenidas de carvalhos cobertos de musgo. Bem a idéia que nós temos aqui de como é o velho sul americano.







segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Achamos uma casa pro gato!

A minha!

Ele e o chinês. Vejam os meus meninos.


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Achei um gato


Achei um gato, mas infelizmente não posso ficar com ele. Já temos as duas meninas e meu marido tem alergia. Ele já tá passando um bocado com as duas, imagina se forem três?
Meu tempo tem sido consumido em achar uma solução pra esse lindão. Nós o encontramos no estacionamento do nosso prédio. Demos comida e depois disso ele não saiu mais do jardim em frente a minha varanda. O chinês dá comida pra ele duas vezes ao dia. Ele é o gato mais dócil e amoroso que eu já conheci. E olha que eu já conheci muito gato nessa vida e tenho duas. Sem contar que ele é todo lindão, parece um tigre. Tem cortado meu coração ver ele sozinho.

Se você é de Houston e quer ser uma mãe de gato como eu sou, ta aí uma oportunidade maravilhosa. De verdade.


domingo, 16 de setembro de 2012

Seattle

Estou agora em Seattle e depois de andar pelo Pike's Place market a manhã inteira, vou fazer um bate-volta gostoso pro Alaska. Sim amigos, ALASKA! Bem que eu queria fazer o voo que fica por lá, por hoje o que deu foi Seattle só. Mas não dá pra reclamar, a cidade é linda, meu hotel é ótimo e o clam chowder (sopa de mariscos) é maravilhoso. Sem contar que consegui me exercitar, contando com o apoio dos moradores de rua que sempre gritavam "vai, você consegue" toda vez que eu tentava subir uma das ladeiras enormes daqui correndo.

Seattle, poe mais água nesse clam chowder que eu vou voltar.







terça-feira, 21 de agosto de 2012

Bye, Bye Brasil

Acabei de chegar do Brasil, mais precisamente São Paulo. Uma passagem rápida, só 36 horas. Mas como valeu a pena! Estava morrendo de saudades da minha terra, de ouvir português. Tempo suficiente pra comer comida mineira, torta doce, picanha, fazer a unha, cortar o cabelo e não ir pra academia, hehehe Estava precisando, havia mais de um ano que não pisava no Brasil. Não é a minha Cuiabá, mas tudo bem. Sõ que mais uma vez constatei o que eu já senti antes, não dá pra morar mais no Brasil. Não acho que eu consigo.

Por favor não se engane, eu amo o meu país, mesmo. Mas com o tempo a gente se acostuma a viver em um lugar onde as coisas funcionam, onde as coisas fazem sentido. Onde eu não ando com medo de ser assaltada (e olha que eu tava na área da Av. paulista), onde eu não me sinto assaltada cada vez que vou ao supermercado ou preciso comprar uma roupa. Não me acostumo mais a achar que é normal pagar três vezes mais por um carro do que ele realmente vale. Em achar que a Copa e as Olímpiadas vão resolver todos os problemas. Mas olha, eu sei que é bem fácil falar aqui de longe. E seria ainda mais fácil eu estar nem aí pra tudo isso. Mas como eu disse, eu amo o meu país e ele ainda é a casa das pessoas que mais amo nessa vida, por isso ainda me importo.

E se você mora aí, deveria se importar também. Outubro tá bem perto.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O marido voltou

Socorro! Só hoje percebi que já tem quase um mês que não passo por aqui. Mas eu explico, tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que acabei meio que perdendo o controle das coisas.
O novo emprego vai bem, mas devo confessar que tem sido barra me adaptar novamente a essa vida de viajante, principalmente quando se tem uma casa pra cuidar. Por quatro meses fiquei tentando conciliar as minhas viagens com as necessidades das gatas, já que eu estava morando sozinha. Não foi nada fácil, eu sentia muita saudade de casa, muita preocupação por causa delas. Não conseguia aproveitar nada.
Pra aumentar o estresse todo, o fato do marido estar morando em outra cidade só complicava as coisas. Foi ficando meio difícil de ele vir todo fim de semana e em muitos eu também tinha que viajar a trabalho. Acabavamos brigando mais à distância do que quando moravamos juntos.
Mas Deus é maravilhoso e já trouxe ele de volta. Ele conseguiu um emprego em Houston e deixou a Carolina do Norte. Agora o estresse é nos adaptarmos novamente a viver juntos. Chega uma hora em qua você quase se acostuma a viver sozinha, mesmo sendo péssimo não ter ninguem pra dividir a cama gigante. Devagar a gente a volta ao começo de tudo, ou seja, volta ao normal.

  
O outro par de botas que estava faltando nessa casa.

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